| Reino: | Animalia |
| Filo: | Chordata |
| Classe: | Aves |
| Ordem: | Trogoniformes |
| Família: | Trogonidae |
| Lesson, 1828 | |
| Espécie: | T. ramonianus |
O surucuá-pequeno é uma ave da ordem dos Trogoniformes, da família Trogonidae.
Seu nome científico significa: do (grego) trôgón, trogo = devorar, roer, para roer ou para ser roído a forma como a ave se alimenta; e ramonianus = homenagem ao missionário no Peru Ramón Busquet ⇒ Ave devoradora de Ramón.
Mede entre 23 e 25 centímetros de comprimento e pesa entre 38 e 57 gramas.
Senta-se muito vertical em ramos horizontais. Macho: cabeça azul e peito superior, de volta verde, tornando-se mais azul na garupa, uma linha branca separa o peito das partes inferiores amarelas douradas, mas isso às vezes é difícil de detectar. Amarelo na área orbital do olho. Infracaudais: branco com preto de restrição, asas negras; Feminino: cinza escuro costas, cabeça e peito. Branco olho-anel em forma oval e pode existir apenas na frente e na traseira dos olhos.
Possui duas subespécies reconhecidas:
(IOC World Bird List 2017; Aves Brasil CBRO 2015).
As fêmeas das espécies surucuá-pequeno (Trogon ramonianus) e surucuá-grande-de-barriga-amarela (Trogon viridis) são bastante parecidas quando visualizadas através de fotos. Entretanto apresentam diferenças sutis nos olhos, no barrado das retrizes internas da cauda e no tamanho da ave.
Diferenças entre as espécies.
Os olhos da fêmea de um (T. ramonianus) apresentam a porção de pele nua ao redor dos olhos de coloração branco puro e forma elíptica, sendo mais estreita nas porções superior e inferior e mais larga nas porções frontal e traseira do olho, bastante similar a de uma fêmea de surucuá-variado (T. surrucura). Em uma fêmea de surucuá-grande-de-barriga-amarela (T. viridis), os olhos apresentam um anel periocular redondo contínuo, de espessura regular e coloração branco-azulada.
As retrizes internas da cauda da fêmea de (T. ramonianus) apresentam suas laterais externas barradas e uma larga faixa terminal branca. Em uma fêmea de surucuá-grande-de-barriga-amarela (T. viridis) esta faixa terminal é menos extensa.
O tamanho também é distinto, a fêmea de (T. ramonianus) é menor, medindo entre 23 e 25 cm de comprimento, já uma fêmea de surucuá-grande-de-barriga-amarela (T. viridis) tem entre 25 e 28 cm de comprimento.
Alimenta-se de frutos e pequenos invertebrados. Devido a análises estomacais, acredita-se que seja mais frugívoro que seus outros congêneres.
Aninha-se em uma vespa, formigueiro ou cupim ou um buraco em uma árvore podre; 2-3 ovos brancos são colocados.
Outros hábitos…
Consulta bibliográfica sobre as subespécies: